sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Soprava o vento durante esse dia

Soprava o vento durante esse dia
Folhas e ramos voavam assim
Mesmo quando o dia chegou ao fim
Soprou o vento em alegre folia

O coelho para a toca fugia
Eu no meu canto pensando p'ra mim
Se não voava a flor do Jasmim
Porque do vento tudo se escondia?

Era como a bebé imperatriz
Berrava, berrava o seu recital
Mostrava ao mundo que estava infeliz

Quem passasse à janela do quintal
Percebia o que sentia a petiz
A criancinha pressentia o mal.

2 comentários:

Dupé disse...

De toda a forma, toda a ventania e todo o ser humano têm de estar de acordo, porque os humanos necessitam do vento e o vento, caso não tivesse ninguém para se "zangar", não soprava. A bebé que é falada no texto apercebeu-se e amadureceu de uma forma qu a demosntra como a rainha da terra, aquela que comanda tudo e todos xD. O mal é raramente pressentido por uma criança, porém , uma imperatriz, percebe e ouve tudo, mesmo que não saiba falar.

Anónimo disse...

Escreves mesmo muito bem, #AnA, ^^

Esta nova faceta de poeta de sonetos (faceta esta que eu desconhecia u.u) é, novamente, uma lufada de ar fresco! :D

Sempre indescritível, sempre única, sempre tu! És assim e não serias tu, se não fosses assim! =O

É assim que gostamos de ti! :P

Com este forte poema, penso que consegues demonstrar a tua força, apesar de ser transmitido algum desespero! No entanto, é preciso muita força para o admitir, para conseguir enfrentá-lo e conseguir derrotá-lo!

Espero que saibas que estou cá para qualquer coisa, para tudo, para sempre, para ti! =D

Tentar ajudar... ;'D

Adoro-te!!

Beijinho0**@@

RP =)
'who else?' uh uh
hehe xD